Rancho Folclórico de Veiros - Estarreja (1940 e 1947)









Imagens do Rancho Folclórico de Veiros, concelho de Estarreja. Anos 1940 e 1947.

A imagem do desfile foi tirada em Lisboa.


Os Alfacinhas e os Retiros das Hortas



Os lisboetas tinham outrora o curioso costume de irem passear às hortas que era, como quem diz, retirarem-se da cidade para poderem gozar um pouco dos prazeres do campo, geralmente aos domingos. - Ler texto na íntegra>>>

Retiro “Perna de Pau”, junto ao apeadeiro do Areeiro, na antiga Estrada de Sacavém

Retiro do Caliça, na Estrada dos Salgados, às portas da Amadora

Retiro do Quebra Bilhas, no Campo Grande.

Actuação de uma fadista num retiro em Sacavém

Grupo de pândegos num retiro dos arredores de Lisboa


Textos: Carlos Gomes
Fotos: Arquivo Fotográfico da CM de Lisboa

Romaria ao Senhor da Serra - Belas - concelho de Sintra

Nos finais do século XIX e começos do século XX, a romaria ao Senhor da Serra que se realizava na localidade de Belas, no concelho de Sintra, foi uma das mais afamadas e concorridas que então ocorriam nos arredores de Lisboa. - Ler o texto na íntegra>>>


Romeiro ao Senhor da Serra, em Belas.


A imagem mostra os romeiros escorregando na “Pedra Alta” que constitui a tampa de um dólmen

O regresso da romaria era frequentemente feito de carroça, pelo menos até à gare de Queluz.

A romaria ao Senhor da Serra constituía um momento de diversão dos alfacinhas.

Romaria do Senhor da Serra, em Belas, nos começos do século XX.

Na romaria misturavam-se os tipos populares da região saloia e os burgueses citadinos.

A romaria era bastante apreciada pelos saloios da região de Sintra. Atente-se aos trajes.

As fotos datam de 1907 e constituem um documento acerca dos hábitos da época.

Aspecto panorâmico da romaria ao Senhor da Serra, em Belas, nos começos do século XX.

Textos de Carlos Gomes
Fotos: Arquivo Fotográfico da CM Lisboa

Danças Tradicionais em azulejos - Alter do Chão



A gravura mostra um curioso conjunto de azulejos existente em Alter do Chão, no Alto Alentejo, representanto danças tradicionais de várias regiões do país.

Foto e legenda: Carlos Gomes

Água-pé: a melhor da Amadora!

A antiga Porcalhota situava-se onde actualmente se encontra a Freguesia da Falagueira, na cidade da Amadora. Apesar do exagerado crescimento urbano, ainda sobrevivem alguns vestígios de outras épocas marcadas pela ruralidade e o pitoresco, como sucede com uma velha taberna que preza por ainda possuir a melhor água-pé da Amadora.







Chafariz da Porcalhota


O antigo chafariz da Porcalhota é testemunho de um passado da cidade da Amadora caracterizado por uma vivência predominantemente rural.

Foto e texto: Carlos Gomes

Foz do Arelho - Lagoa de Óbidos

Aspectos da Foz do Arelho, nas Caldas da Rainha. O regresso dos pescadores da apanha da amêijoa na Lagoa de Óbidos.








Fotos e texto: Carlos Gomes

O Folclore e as Marchas Populares

Apesar de não constituírem propriamente ranchos folclóricos e não terem propriamente a missão de preservar as nossas tradições mais genuínas, algumas marchas populares incluem na sua exibição elementos etnográficos que identificam os respectivos bairros.

A imagem apresenta a marcha de 1968 do pitoresco bairro da Madragoa evocando a colónia ovarina que lhe está na origem.



A marcha de Benfica do ano de 1947 faz alusão às raízes saloias do bairro. De salientar que outrora, aquele bairro estendia-se para os terrenos do actual concelho da Amadora, sendo à altura este designado por "Benfica extra-muros".


No Pavilhão dos Desportos, actual Pavilhão Carlos Lopes, uma participante da marcha de Benfica exibe o seu traje saloio.


Fotos: Arquivo Fotográfico da CM Lisboa
Textos do Dr. Carlos Gomes


Em complemento a estas imagens, sugerimos a leitura do artigo de opinião:

O Folclore e as Marchas Populares - O Estado Novo e as tradições são-joaninas
A celebração do Solstício de Verão que ocorre no dia 21 de Junho marca as tradições joaninas – ou juninas – que levam o povo a festejar os chamados “santos populares”. Nas regiões mais a norte, os festejos são predominantemente dedicados a São João enquanto as comunidades piscatórias, por afinidade de ofício, celebram a São Pedro.

Alpiarça - "A melhor casta"


Escultura em Alpiarça celebrando as qualidades do vinho daquela região:
"A melhor casta"!

Mocidade Portuguesa Feminina - Danças Regionais


Capa da publicação "Danças Regionais" edição conjunta da Mocidade Portuguesa Feminina e do Secretariado Nacional da Informação, com o intuito nomeadamente de proporcionar "às filiadas meio de enriquecerem a sua cultura ao mesmo tempo que elementos com que animem os seus recreios e festas". Podem ler um extracto da publicação aqui>>>

A propósito deste tema, sugerimos a leitura do artigo "O Estado Novo e o Folclore - Reminiscências do Dirigismo Estatal"


A cultura do tabaco no concelho de Vila Real

"Quando em 1907 a Imprensa Moderna, numa das suas edições de postais ilustrados, publica duas imagens relativas à cultura do tabaco no concelho de Vila Real, mas não está do que a divulgar a importância que a mesma representa no contexto da produção nos 12 concelhos da Região Vinhateira do Douro devastados pela filoxera e autorizados por disposições legislativas de 1884 a receber esta cultura." Ler o resto do texto>>>





Postais: Edição da Imprensa Moderna, Vila Real, 1907 - Fototipia
Reedição dos Serviços Municipais de Cultura - Vila Real - 2003
Colecção: Vitor Nogueira

Profissões antigas - O Latoeiro


O Latoeiro - Tinsmith

Quadro do Museu Etnográfico da Província de Trás-os-Montes e Alto Douro, 1940An aspect of the Ethnografic Museum of Trás-os-Montes, 1940

Edição da Câmara Municipal de Vila Real, 1998Published by the City Council of Vila Real, 1998

Profissões antigas - O Tanoeiro


O Tanoeiro - Cooper

Quadro do Museu Etnográfico da Província de Trás-os-Montes e Alto Douro, 1940
An aspect of the Ethnografic Museum of Trás-os-Montes, 1940


Edição da Câmara Municipal de Vila Real, 1998
Published by the City Council of Vila Real, 1998

A Croça e a Capa de Burel usadas em Trás-os-Montes


Uma croça (capa de juncos) com "polainitos" e chapéu de palha. Um bordão com uma "cabaça" para transportar água ou vinho. Atrás um "carro de bois". Ao fundo, a Serra do Marão.

Texto sobre as croças>>>



Uma Capa de Burel original, adquirida na aldeia de Telões, concelho de Vila Pouca de Aguiar.

Localidade onde foram tiradas as fotos: Meneses, freguesia de Torgueda - Vila Real.

Fotos: Maximiano Pinto

Tomar - Jardim do Mouchão


O conjunto escultórico representa uma homenagem da cidade de Tomar a dois dos seus mais ilustres filhos, concrectamente o maestro, compositor e musicólogo Fernando Lopes Graça e o poeta, jornalista e etnólogo Fernando Araújo Ferreira, em amena conversa, sentados num banco de jardim no Mouchão.

Foto e texto: Carlos Gomes

Profissões antigas - O Soqueiro


O Soqueiro - Clog-maker
Também chamado: Tamanqueiro

Quadro do Museu Etnográfico da Província de Trás-os-Montes e Alto Douro, 1940
An aspect of the Ethnografic Museum of Trás-os-Montes, 1940

Edição da Câmara Municipal de Vila Real, 1998
Published by the City Council of Vila Real, 1998


Profissões antigas - O Cesteiro


O Cesteiro - Basket-maker

Quadro do Museu Etnográfico da Província de Trás-os-Montes e Alto Douro, 1940
An aspect of the Ethnografic Museum of Trás-os-Montes, 1940

Edição da Câmara Municipal de Vila Real, 1998
Published by the City Council of Vila Real, 1998

Aguadeiras em Vila Real


Os primeiros dados do abastecimento de água organizado a Vila Real remontam ao ano de 1905.

O sistema então utilizado era composto por diversos fontenários espalhados pela cidade, com origens próprias, sendo os principais e mais importantes os situados junto à Sé Catedral, hoje no Largo de Camões [ver imagem], o da Carreira Baixa frente ao [Restaurante]Espadeiro e o de S. Pedro junto às actuais escadas.

A distribuição de água à população mais abastada era assegurada diariamente por aguadeiras que levavam aos clientes cântaros de um almude (30 litros) cobrando 120 Reis por mês. Se fossem dois cântaros diários a despesa era de 200 Reis.

Os consumos então previstos, por pessoa e por dia, eram de 7,5 litros, situação que se manteve até ao início dos anos 30. Nos últimos anos e devido à escassez de água, a mesma era recolhida à noite no período de estio, dando origem a grandes bichas discussões e mesmo disputas físicas normalmente só resolvidas pela polícia.

Imagem: Postal Ilustrado - Fototipia - cerca de 1912 - Reedição dos Serviços Municipais de Cultura - Vila Real - 1999
Texto: Site da
EMAR-VR

Em Vila Real, nos finais da década de 30, foi fundado um Grupo Folclórico denominado "Aguadeiras Transmontanas".

Vindima na Região do Douro: os carregadores dos cestos vindimos

«Os cestos vindimos eram altos, de fundo rectangular e estreito e de boca também rectangular mas larga.» Ler mais>>>


«Para ordenar e animar o pessoal, os carregadores formavam em fila indiana, simples ou dupla: à frente seguia a trempe dos tocadores; a seguir, estendiam-se os carregadores; no fim, a fechar o bando, ou ao lado, vinha o feitor dos homens, de pau na mão.» Ler mais>>>
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