Embarcações tradicionais - Rio Mondego

Embarcação tradicional do Baixo Mondego. Era habitualmente utilizada no transporte de cargas e passageiros na região de Coimbra.

As imagens mostram o cavername e o pormenor do leme. Este exemplar encontra-se exposto no Museu de Marinha, em Lisboa.





Fotos: Carlos Gomes

Aljustrel - Casa dos Videntes de Fátima: Francisco e Jacinta Marto

A casa que foi dos videntes de Fátima, Francisco e Jacinta Marto, em Aljustrel, conserva as características da habitação tradicional da região. Numa zona onde abunda a rocha calcária, a casa é construída em pedra. No seu interior, pode ver-se a forma como o espaço é dividido, as reduzidas dimensões e ainda o mobiliário original. Nas fotos, vemos uma cantareira e, na cozinha, a arca, as talhas e algumas ferramentas.

Nas imediações, também a casa de Lúcia possui interesse do ponto de vista etnográfico.





Fotos: Carlos Gomes

Embarcações tradicionais - Pateira - Rio Guadiana


A pateira é uma embarcação tradicional no rio Guadiana, na região de Mértola. A sua denominação provém do facto de ser habitualmente usada na caça aos patos. O exemplar da foto foi oferecido pela Comissão de Defesa do Património de Mértola ao Museu de Marinha, onde se encontra exposto.

Foto: Carlos Gomes

Espaço etnográfico: Casa-Museu de Aljustrel (Fátima)

A placa que identifica o museu utiliza a rocha calcária da região.

A descamisada do milho é um dos quadros que o museu reconstitui

O manequim representa o traje tradicional da região a sul do concelho de Ourém onde se situa a localidade de Fátima.

Em casa, fazendo os deveres…

No pátio, alfaias e carroças.

A Casa-Museu de Aljustrel recuperou uma habitação tradicional, construída em pedra da região. Na área a norte do concelho de Ourém, onde a pedra não abunda, as casas eram feitas de terra e adobe.

A oficina do sapateiro.

O tradicional jugo e o carro de bois.

Fotos: Carlos Gomes

»» Em Fátima: Casa-Museu de Aljustrel é um espaço etnográfico
Milhares de peregrinos de todo o mundo afluem todos os anos ao Santuário da Cova da Iria, em Fátima. Não raras as vezes, as estradas assemelham-se a carreiros de formigas laboriosas que rumam àquele local de culto e meditação.
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