Olaria de Bisalhães (Vila Real ) - Retirar a louça do forno

6.- Retirar a louça do forno

«O fumo provocado pela combustão, dá a cor característica do barro da região.»

Texto: Júlio António Borges, in Monografia do concelho de Vila Real
Imagem: Foto de Duarte Carvalho – Colecção de Postais editados pelo Centro Cultural Regional de Vila Real em 1999

Olaria de Bisalhães (Vila Real ) - Cozer a louça

5.- Cozer a louça

«Tapado o forno, a temperatura atingia novecentos graus. Há fornos feitos com tijolo, medindo metro e meio de profundidade, por três de diâmetro. Aplicavam um pião (cilindro), para facilitar a difusão das chamas pelas peças, e “roncas” (panelas estragadas), evitando que quebrassem, adquirindo um tom avermelhado se não fosse abafada.»



Texto: Júlio António Borges, in Monografia do concelho de Vila Real
Imagem: Foto de Duarte Carvalho – Colecção de Postais editados pelo Centro Cultural Regional de Vila Real em 1999

Olaria de Bisalhães (Vila Real ) - Colocar as peças no forno

4.- Colocar as peças no forno

«Depois de seca, a louça é metida no forno (buraco na terra que leva cerca de mil peças grandes, ou seis mil pequenas, de cada vez), pousada numa grelha sobre lenha a arder. O buraco é coberto com musgo, caruma e terra, fazendo uma abertura para facilitar a circulação do ar


Texto: Júlio António Borges, in Monografia do concelho de Vila Real
Imagem: Foto de Duarte Carvalho – Colecção de Postais editados pelo Centro Cultural Regional de Vila Real em 1999

Olaria de Bisalhães (Vila Real ) - Gogar

3.- Gogar

«Terminado o artefacto, usa uma palheta para aperfeiçoar os rebordos e um “gogo” (pedra do rio) para a polir. Os desenhos são aprimorados com um pedaço de pau, afiado, desenhando os motivos decorativos





Texto: Júlio António Borges, in Monografia do concelho de Vila Real
Imagem: Foto de Duarte Carvalho – Colecção de Postais editados pelo Centro Cultural Regional de Vila Real em 1999
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