Trajos do Minho - Romaria e Trabalho (mudança do século XIX - XX)

Trajos do Minho
Mulheres com Trajos de Cerimónia, Festa ou Romaria
«O traje de cerimónia era concebido para ocasiões de grandes festividades familiares ou colectivas.

Quer se destinasse para o casamento dos filhos, quer para vestir o «juiz» ou «mordomo», depositário de confiança da comunidade e seu representante nas festas colectivas, era o prestígio de uma «casa», que se punha à prova dos olhares avaliadores de povoação. O prestígio alcançado por essa família ultrapassava-a e tornava-a extensivo a toda a comunidade. Era um factor de coesão.» Ler mais>>>

Trajos do Minho
Homens e Mulheres com Trajos de Trabalho e utensílios agrícolas

«O traje de trabalho também designado por traje de cotio ou traje da semana, vestia-se como o próprio nome indica, durante a semana, para trabalhar. Com características próprias, de acordo com a função a que se destinava, havia de reflectir a imagem que a comunidade tinha acerca do trabalho e as relações sociais construídas segundo esse modeloLer mais>>>

VI Festival Internacional da Máscara Ibérica - Lisboa - 28 de Abril a 1 de Maio de 2011

Fotos de alguns Grupos que participaram no Desfile do dia 30 de Abril, integrado no VI Festival Internacional da Máscara Ibérica, promovido pelo EGEAC - Lisboa, de 29 de Abril a 1 de Maio de 2011:









Para aceder a mais fotos e outras informações, clique aqui>>>
Fotos disponibilizadas pelo Dr. Carlos Gomes

Museu de Arte Popular aceita os desafios da nova museologia para o século XXI

O Museu de Arte Popular – Lisboa está a realizar uma reedição do antigo Mercado da Primavera, neste fim-de-semana (15 a 17 de Abril).

“(…)Esperam-nos novos desafios… Considerado hoje como um museu documento, o estudo da colecção, nunca antes investigada é, porventura, o maior desses desafios. Uma colecção que, mais do que informar sobre a produção artística do povo, permite ilustrar não apenas uma tradição de estudos e coleccionismo que remonta aos finais do século XIX, mas também a instrumentalização da arte popular.

Queremos ocupar o lugar que nos pertence e erguer este espaço, este Museu, enquanto lugar de experimentação e fruição das diferentes expressões da cultura popular portuguesas, hoje. Queremos também romper com velhas hierarquias culturais entre centros e periferias. Pretendemos afirmar este museu enquanto centro de investigação e enquanto lugar de atractividade enfrentando os desafios da nossa sociedade actual como os da nova museologia para o século XXI.”

A Directora do Museu de Arte Popular
Arqª Andreia Galvão
in folheto da exposição “Os Construtores do MAP. Museu em Construção”

A "Capa de Honras" de Miranda do Douro
e algumas peças de olaria preta (serão "Barros de Bisalhães"?)

Dedicado a Trás-os-Montes


"Bonecos" em cerâmica

Expositores com diversos objectos

A Arqª Andreia Galvão é a actual Directora do Museu de Arte Popular
Fotos disponibilizadas pelo Dr. Carlos Gomes

O Barco Moliceiro


"rialidades - enciclopédia audiovisual da ria de aveiro"
Título: "O Barco Moliceiro" - Videograma realizado em 1990, em formato de Slide - Fotografia, com edição em vídeo. Momentos raros de visualização de um estaleiro de barcos moliceiros, com toda a sua envolvente emocional e social.
Local: Estaleiros de Pardilhó - Murtosa;
Produção: Onda Vídeo - Audiovisuais, Lda;
Fotografia: Paulo Godinho;
Locução: Paula Ventura;
Realização: Rui Bela.
Videogramas disponíveis em BLU-RAY Disc, DVD VIDEO e DVD ROM.
Consulte através do mail: rialidades@ondavideo.com ou rialidades@gmail.com

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Mais imagens sobre o Barco Moliceiro...

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