Brasão do Município do Seixal

O brasão do município do Seixal inclui a muleta e as ferramentas dos calafates e dos carpinteiros de machado.

"Casa dos Moinhos" - Moinho de Maré - Aveiro



A “Casa dos Moinhos” é um notável moinho de maré existente em Aveiro, classificado como Imóvel de Interesse Público. Foi mandado construir em 1830 por Joaquim José de Oliveira, fundador da Fábrica da Vista Alegre, e aí funcionou a Capitania do Porto de Aveiro.

(Texto e foto de Carlos Gomes)


A “Casa dos Moinhos” segundo uma gravura do século XIX (Fonte)

Porto - Cais da Alfândega


Panorâmica do rio Douro junto ao Cais da Alfândega, no Porto, provavelmente nos começos do século XX.

(Foto: Arquivo Fotográfico da CML)

Barco rabelo à sirga






Antes do aparecimento do comboio e, mais recentemente, das modernas rodovias, o barco foi durante bastante tempo um meio privilegiado de transporte de pessoas e mercadorias. Ao longo de séculos e à falta das enormes pontes suspensas, a ligação entre as duas margens do rio Tejo apenas era feita por via fluvial...>>>

Imagens retiradas de: O Douro - Manuel Monteiro, fac-simile da edição de 1911 | Emílio Biel & Cª - Editores

A barca: tipo de embarcação tradicional do rio Tejo


A atestar a antiguidade das barcas como modelo de embarcação tradicional, o brasão da cidade de Lisboa reproduz a que, em 1173, por ordem de D. Afonso Henriques, transportou as relíquias de S. Vicente, do Promontório Sagrado ou seja, o Cabo de S. Vicente para Lisboa.

Ao tempo do imperador Diocleciano, foi movida intensa perseguição aos cristãos na Hispânia, tendo muitos deles sido martirizados como sucedeu com Máximo, Veríssimo e Júlia a quem já nos referimos noutro artigo. Também Vicente de Saragoça veio a ser martirizado por se recusar a venerar os deuses pagãos oficializados pelo Império Romano, tendo sido morto no ano 304. Apesar da imensa popularidade de Santo António que leva os lisboetas a saírem à rua para o festejar, é S. Vicente o padroeiro da cidade e está representado na sua heráldica também através da presença dos corvos que alegadamente velaram as suas relíquias quando estas foram transportadas para Lisboa.

Com efeito, a História revela-nos e a heráldica representa um tipo de embarcação tradicional que era bastante utilizada há mil anos, precisamente a mesma que foi empregue no cerco cristão à cidade de Lisboa e que Gil Vicente integrou nos seus Autos.

Barca dos corvos esculpida em pedra no Largo do Andaluz, em Lisboa.

Embarcação avieira

Embarcação dos avieiros, no Escaroupim, em Salvaterra de Magos.

(Foto: Carlos Gomes)

Jardim do Seixal - Miniatura de moinho de maré

Representação em miniatura do moinho de maré de Corroios,
existente no jardim do Seixal.

(Foto: Carlos Gomes)

Embarcações tradicionais do rio Tejo

Falua atracada no cais da Moita.




Embarcações tradicionais engalanadas nas festas da Moita.

Cais palafítico do Samouco, no Montijo.

Embarcação típica na baía do Seixal

(Fotos: Carlos Gomes)

Imagem publicitária em Lisboa


Foto: Carlos Gomes

Loures - Região saloia - Conjunto escultórico



Conjunto escultórico alusivo à tradição da região saloia, em Loures.
(Fotos: Carlos Gomes)

Embarcações tradicionais: catraio

O catraio é um pequeno bote geralmente conduzido por um só homem. Era frequente, as fragatas que outrora sulcavam as águas do rio Tejo, rebocarem um catraio, sem mastro e velame. Por associação, passou a designar-se por catraio a criança levada pela mão de um adulto. A foto foi tirada na Baía do Seixal.



(Texto e Foto: Carlos Gomes)


Moinho de Maré no Montijo (Aldeia Galega)

As imagens mostram o Moinho do Cais, no Montijo. Esta localidade era outrora designada por Aldeia Galega. Este moinho pertenceu aos Cavaleiros da Ordem de S. Tiago. Actualmente funciona como núcleo museológico aberto ao público.

A propósito dos Moinhos de Maré, sugerimos a leitura do texto do Dr. Carlos Gomes: "Moinhos de Maré - um patrímónio a preservar." (Também com fotos)





Fotos de Carlos Gomes

Praia de Mira - Monumento aos Pescadores - Igreja em típico palheiro


A imagem mostra o monumento aos pescadores, em Praia de Mira. Junto, um típico palheiro adaptado a templo cristão. Estes palheiros que se estendem desde a Costa Nova à Tocha, sob diferentes formas, são descritos na obra de Raúl Brandão, "Os Pescadores".

Texto e fotografia: Carlos Gomes
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