Corrida do Entrudo - «Olha o home, lá bai o home...!»

Corrida do Entrudo - «Olha o home, lá bai o home...!»
11 de Fevereiro - 21h30 - Av. Artur Soares (Palhotas) - Braga

A Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, vem atravês dos testamenteiros "Senhor Laranjo", vindo de São Bento e "Menina Rosita" sua vizinha, convidar V/(s) Ex.cia(s), a participar na Corrida/Desfile do Entrudo - "Olha o home, lá bai o home...", para no final - antes de arder e desaparecer -, ouvir a leitura dos parcos haveres doados, pelo finado, Libório Caturra.







Tradição em Esposende: "botar fora o ano velho!"

Esposende reviveu uma vez mais a tradição de “botar fora o ano velho”. Pequenos grupos de cinco rapazes, de caras enfarruscadas, percorrem a vila na última noite do ano para “botar fora o ano velho”. Quatro deles pegam à carrela do sargaço carregando nela outro que representa o ano que termina. E lá vão eles pelas ruas fora cantarolando: “bota o ano velho fora e venha o novo cá p’ra dentro. Láralá!”. Ler mais>>>
1º prémio do concurso
2º prémio do concurso
3º prémio do concurso
Fonte das imagens: Esposende altruísta
Texto: Carlos Gomes

Instrumentos musicais tradicionais portugueses - I

Gaita-de-foles
Gaita-de-foles
Gaita-de-foles: « (…) No campo instrumental, para além da gaita-de-foles, (existente em Trás-os-Montes e no litoral oeste desde o Minho à península de Setúbal), há a assinalar a riqueza musical da viola e da guitarra. (…)»

Viola Portuguesa
Viola Portuguesa
Viola Portuguesa: « (…) A viola portuguesa, nas suas múltiplas variantes regionais, descende do instrumento aludido pelo Padre Juan Bernudo no séc. XVI (“guitarra”, parente popular da vihuela e descendente da “guitarra latina” trovadoresca) e era tocada por todo o país. Hoje subsiste apenas no Minho, Douro Litoral, Beira Litoral, parte a Beira Alta, Baixo Alentejo, Madeira e Açores. (…)»
Guitarra Portuguesa
Guitarra Portuguesa: « (…) A nossa guitarra descende do instrumento que tomou o nome de cítara no Renascimento, o qual por sua vez provinha da cítola medieval. Era instrumento favorito da joglaria e, ao que tudo indica através dos jograis, ganhou as classes populares e atingiu depois dimensão nacional. (…)»
Harmónio
Harmónio: Todas as regiões do nosso país «não ficaram imunes à invasão do acordeão, a qual começou nas últimas décadas do século passado [séc. XIX] sob a forma diatónica a que o nosso povo chamou “harmónica de mão”, “harmónico” ou harmónio” (…)»
Violino e Rabeca Chuleira
Violino e Rabeca Chuleira: « (…) Note-se ainda (…) o papel dos violinos, particularmente designados por rabecas, que assumem no Douro uma forma encurtada que ganhou o nome de rebeca chuleira por ser própria para tocar apenas a chula, instrumento hoje praticamente em vias de extinção.(…)»
Para saber mais consulte: Portugal – Raízes musicais | Recolhas da tradição oral (José Alberto Sardinha, in “Portugal – raízes musicais”, edição do JN (1997)

«Etnografia em Imagens» no «Café Portugal»

O blogue «Café Portugal» publicou um artigo sobre o nosso blogue «Etnografia em Imagens», com base numa entrevista feita ao coordenador da Equipa do Portal do Folclore Português.

Embora concordando com o ditado “Ninguém é bom juiz em causa própria”, consideramos de relevante importância as afirmações que aí são feitas, pelo que sugerimos a leitura do referido texto.

Clique na imagem para aceder…

31º Festival Nacional de Folclore “Cidade de Lisboa”

Este Festival de Folclore foi organizado pelo Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho e realizou-se na Escola José Gomes Ferreira, em Benfica.

O Grupo de Zés-pereiras “Os Amarantinos” começou por fazer a arruada, com a qual se abriu a festa. Qual romaria minhota, os bombos rufaram seguindo de perto os gigantones rumo ao pavilhão onde decorreu a atuação dos grupos folclóricos.


Neste Festival participaram os Grupos: Rancho Regional de Argoncilhe, de Santa Maria da Feira (Douro Litoral), Rancho Folclórico Mira Serra – Louções, Alcobaça (Alta Estremadura), o Grupo Típico de Ançã, de Cantanhede (Beira Litoral), o Grupo Folclórico de Abitureiras, Santarém (Ribatejo).

Capas de discos em vinil de Grupos e Ranchos Folclóricos

«(...) Também o folclore deve ao disco de vinil em grande medida a sua divulgação. Muitos foram os ranchos folclóricos que à época gravaram o seu disco, exibindo na capa um motivo etnográfico adequado ou a imagem do próprio grupo. Dependendo naturalmente da importância da etiqueta e da sua capacidade de distribuição, o disco de vinil contribuiu grandemente para o prestígio de muitos grupos folclóricos uma vez que, de certa forma, representava um reconhecimento pelo seu trabalho por parte das editoras discográficas que apostavam na sua comercialização.(...) Ler o texto na íntegra>>>


Texto e imagens cedidas por Carlos Gomes
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